Mensagens

Juventude - Sorrentino

  https://youtu.be/2tiOFOiKQP4

O fundamentalista relutante - Mira Nair

  https://youtu.be/SFygYkqwGG0

IO E TE, Bernardo Bertolucci

  https://youtu.be/ljs0Fua6nDs Em EU E TU, de Bernardo Bertolucci,  conhecemos Lorenzo, um jovem solitário de 14 anos. Um dia engana os pais e falta a uma viagem escolar para se esconder numa cave abandonada do prédio onde mora. Durante uma semana, pode finalmente evitar todos os conflitos e as pressões. A chegada da meia-irmã Olivia, que também luta contra os seus próprios demónios, muda tudo. «Num golpe bastante feliz, Bertolucci transfere integralmente para uma canção de David Bowie (Ragazzo Solo, Ragazza Sola, versão italiana de Space Oddity), dançada e cantada pelo par de irmãos, a expressão da moral da história e a chave para desatar o seu novelo psicológico.»  Luís Miguel Oliveira, Público Diálogo a seguir à dança: -Estás a dormir? -Não. -Fazes-me uma promessa? -O quê? -Que não te voltas a drogar. Nunca mais. -Prometo. -E tu prometes-me uma coisa! -Sim. -Para de te esconder. Caramba, já és crescido, já é hora de começares a viver. Se uma vez por outra levares porra...

Detour - Edgar G. Ulmers

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  https://youtu.be/eWIuKcyuesg

O Quadrado - Ruben Ostlund

 UMA DAS CENAS DO FILME:  Num museu, um visitante chega a uma encruzilhada onde tem de escolher entre dois percursos: um é destinado aos visitantes que confiam nas pessoas; o outro, aos que não confiam nas pessoas.  O visitante carrega no botão de quem confia nas pessoas e dirige-se a uma primeira sala, vazia, escura, apenas com um quadrado no chão, com uma frase, numa placa: “Deixe aqui o telemóvel e a carteira e siga, depois, para as outras salas.”...

Capitão Fantástico - Matt Ross

Das convicções e dos princípios essenciais e da imprescibilidade de não os violar e de não se desistir de os atingir. Da obediência às regras naturais e não às regras sociais ou morais que nos condicionam.  https://youtu.be/KEi5xRJQ89c

Mauvais Sang / Má Raça - Léos Carax

Mauvais Sang  revient pour ses trente ans dans une version restaurée de toute beauté, comme pour mieux clamer à nouveau sa maestria. Chef d’œuvre intemporel. Si  Mauvais Sang , de manière encore plus tangible avec sa version restaurée de 2016, traverse les décennies avec une telle aisance, c’est parce que pas un de ses plans n’oublient l’inventivité permanente des pionniers du muet, osent se remettre en question à chaque instant. Quelque part entre les fulgurances de Murnau, les premiers films de Hitchcock ou de Griffith et Chaplin - on notera un joli hommage à  Limelight  dans la réminiscence d’Alex enfant - Leos Carax tisse une œuvre postmoderne d’une densité ahurissante. Où chaque prise de vue possède le poids de l’histoire, ressuscite l’art des géants comme pour empêcher qu’ils ne soient oubliés à jamais - en cela, une magie semble opérer. À cela s’ajoute un sérieux penchant pour la littérature : outre le titre "Mauvais Sang" emprunté au poème de Rimba...